Neste sábado nossa loja funcionará normalmente, portanto aproveite o dia livre e venha conferir nossas peças para o verão.
Nada melhor do que ver nossos pequenos brincando com biquinis e sungas novas.
A copa do mundo chegou e nossos pequenos não podem ficar fora dessa!
Afinal de contas gritar:
“Eu…,
sou brasileiro…
com muito orgulho…
Com muito amor…”
Sem o devido uniforme de torcedor não tem a mesma graça! O Bolota desenhou exclusivamente para a copa, uma linha de camisas e body retrô de uniforme do Brasil.
Carrinhos de bebê, roupinhas infantis, brinquedos de todos os tipos. O brechó Bolota é um achado para os pais que não abrem mão de qualidade na hora de ir às compras pensando nas crianças; e também para as crianças que não se cansam em mexer em tudo o que a loja oferece. Com preço baixo e peças criativas, o brechó é uma alternativa para quem quer fugir do “azul” para meninos e “rosa” para as meninas.
Abaixo conheça o Bolota.
Brinquedos por todos os lados, crianças mexendo em tudo e um telefone que não para de tocar. É esse cenário que certamente você encontrará no Bolota, um brechó que foge à regra.
Fazendo o estilo brechó chique, a loja, localizada no descolado bairro da Vila Madalena, faz o gosto das crianças, em busca dos brinquedos mais chamativos, e dos pais, que buscam um preço mais em conta e itens que não encontram mais nas lojas comuns.
O Bolota conta com quatro ambientes, divididos para facilitar a busca pelas peças: no primeiro andar, jogos de tabuleiro, bonecas e muitos brinquedos artesanais (como uma montanha-russa de madeira) são os artigos que mais se vêem. Em um ambiente contíguo, roupinhas charmosas para os meninos.
No andar de cima, o rosa predomina no espaço dedicado às pequenas mocinhas. Ao lado, um ambiente mais sério e menor, há modelos de carrinhos e cadeirinhas para bebês. A loja não é só brechó, ela conta com produtos de ponta de estoque, semi-novos, e ainda há produtos confeccionados exclusivamente para o Bolota – como uma bolsinha, da HotWheels feita para os menininhos carregarem seus carrinhos (que fofo, não!).
A culpada de toda essa bagunça gostasa se chama Bebel – que nasceu pequena e fez a mãe comprar todo o enxoval de novo – que ficou perdido mais uma vez, porque a garotinha resolveu espichar de uma vez só.
Para conhecer mais um pouco dessa história, veja o vídeo!
Quer ver o que você pode encontrar no Bolota? Veja abaixo.
Seguindo conceitos de design, praticidade e charme, a Built NY procura desenvolver produtos para facilitar nosso dia-a-dia. O Neoprene, principal matéria-prima utilizada pela Built NY, é um material leve, que protege e se adapta às mais variadas funções.
A Built NY desenvolve produtos inovadores, com design diferenciado, ótima qualidade, funcionais e práticos. Inspira contemporaneidade e bom gosto.
Para nossos pequenos temos uma linda linha de lancheiras, mochilas e bolsas. Veja algumas fotos em nossa vitrine,vocês vão adorar é uma peça mais linda que a outra.
Com crise financeira, brechós infantis atraem mais clientes
É possível encontrar produtos com até 70% de desconto nesses locais.
Como criança cresce rápido, há opções de roupas seminovas.
Brechó infantil Bolota, na Zona Oeste, tem roupas para várias idades, brinquedos e acessórios (Foto: Daigo Oliva/G1)
Prestes a fazer 3 anos no mês de fevereiro, a pequena Maria Clara Benes já escolhe suas roupas sozinha e se recusa a vestir os modelitos dos quais não gosta. Clara só veste saia se for jeans, calça tem que ser capri e só usa sapatos modelo boneca. “Ela tem a personalidade forte e é consumista. Se compro algo que ela não gosta, diz ‘mamãe, não vou usar, pode dar para as criancinhas [pobres]’”, conta a mãe, a gerente administrativa Vanessa Elias Benes, de 28 anos. Para não gastar muito com as roupas da filha e poder atender a exigência do gosto da menina, Vanessa compra a maior parte das roupas da pequena em um brechó infantil e diz que chega a economizar 80% em algumas peças.
Com a crise financeira mundial, cada vez mais clientes têm procurado brechós infantis para poder satisfazer o gosto de seus filhos sem gastar muito dinheiro. No brechó Repeteco, na Zona Sul de São Paulo, por exemplo, a administração percebeu um aumento de cerca de 20% das vendas desde o final do ano passado. Em outro estabelecimento, o Era uma vez outra vez, em Perdizes, na Zona Oeste da capital, o crescimento notado foi de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Brechós infantis oferecem uma variedade de brinquedos (Foto: Daigo Oliva/G1)
Já no brechó Bolota, que fica na Vila Madalena, na Zona Oeste, a quantidade de pessoas procurando o local para vender produtos neste mês de janeiro está cerca de 70% maior do que o normal, diz a dona do local, Sheiny Chermont, de 33 anos. “Sempre atendo as pessoas na hora, mas agora estou tendo que agendar horário para a semana que vem porque não estou dando conta”, afirmou.
Mensalmente, o bancário Luiz Fabozzi, de 36 anos, vende brinquedos de sua filha Isabela, de 7 anos, para um brechó para ganhar um dinheiro extra. Ele conta que costuma receber cerca de R$ 100 por mês e é a garota quem decide em que o dinheiro vai ser usado. “Ela já me pediu para comprar livros com o dinheiro, outra vez quis ir ao cinema”, diz. Segundo ele, a menina ganha muito presente por ser filha e neta única. Ela conserva bem os brinquedos e quando enjoa de algum libera para o pai vender.
Os brechós infantis também são uma forma de comprar roupas de grife mais baratas e também de vender as roupas que as crianças usaram pouco e estão em bom estado de conservação. Como na infância, os pequenos crescem muito rápido é comum usarem uma roupa poucas vezes e em meses a peça não caber mais. “É um consumo consciente”, resume Sheiny.Quatro estabelecimentos do tipo pesquisados pelo G1 dizem vender produtos de grifes, nacionais e importadas, com até 70% de desconto. Marcas como Gap, Zara, Chicco, e as nacionais Tyrol, Paola da Vinci e Lilica Ripilica são encontradas na maioria dos brechós infantis. “Com o valor de uma peça numa loja, você leva três no brechó”, garante Maria Augusta Brandão, de 35 anos, dona do brechó Era uma vez outra vez. Além de roupas, também é possível encontrar sapatos, brinquedos, carrinhos, banheiras e outros acessórios para crianças e adolescentes.
Segundo as proprietárias dos locais, a preferência dos clientes pelas grifes é também pelo fato de as roupas serem de melhor qualidade e durarem mais. Outra vantagem dos brechós é encontrar roupas de todas as estações.
Nesses locais, é mais fácil encontrar roupas de menina do que de menino. De acordo com as lojistas isso acontece porque os pais de menina compram mais roupas e, em geral, a menina é menos bagunceira, assim desgasta menos a peça. No brechó Xereta, na Aclimação, Zona Sul, por exemplo, há oito araras com roupas femininas e cinco com itens masculinos.
Seleção
Quem tiver interesse em vender roupas para um brechó infantil só deve levar peças em bom estado de conservação, sem manchas, remendos, nem outro problema que indique desgaste da peça. “Se a roupa está batida, não entra aqui porque os clientes querem qualidade”, explica Elizabeth Pinho, de 39 anos, dona do brechó Repeteco, que fica no Brooklin, Zona Sul, e se diz o maior do Brasil, com 32 mil itens.
As peças de roupa mais baratas nos locais pesquisados pelo G1 são os bodys para bebês encontrados por R$ 2. Vestidos de festa para meninas que nas lojas podem sair por mais de R$ 100, são encontrados a partir de R$ 30. Carrinhos nacionais são vendidos por, no mínimo, R$ 70 e modelos importados, com três regulagens, podem ser encontrados por R$ 80.
Cheiro de naftalina? Peças penduradas em cabides, meio amarrotadas, que parecem saídas de um baú? Se você acha que todos os brechós seguem esse modelo precisa conhecer alguns endereços na cidade onde o velho tem cara de novo. Neles, etiquetas de grifes famosas, nacionais e importadas, imperam nas araras. Ok, estamos falando de artigos de segunda mão, usados mesmo. Mas nem por isso eles deixam de ter qualidade. Muitos lugares aproveitam a fama de barateiros para vender também produtos novos com jeitão retrô, além de peças de coleções antigas. Clique no roteiro abaixo e confira. Quem sabe você não arremata, por um preço camarada, aquele terninho Armani que sempre sonhou em ter!
Quando descobriu que estava grávida de gêmeos, a carioca Sheiny Montandon Chermont viu nascer também sua paixão por brechós. “Meu orçamento inicial era para uma criança apenas. Aí, tive que me virar com peças seminovas para vestir meus bebês”, conta a empresária, que hoje comanda o Bolota, brechó chique que vende desde o tamanho recém-nascido até modelos para crianças de 10 anos.
A loja é dividida em duas salas. Na primeira, estão as peças usadas, todas em excelente estado. “É comum as crianças perderem roupas que mal usaram”, explica Sheiny. No dia da visita, havia vestidinhos floridos da importada Jacadi (40 reais) e camisas da também gringa Chicco (26 reais). As etiquetas nacionais Chicletaria, Tyrol e Primo Bambino aparecem em casaquinhos, calças e camisetas (a partir de 22 reais). No segundo ambiente estão os artigos de ponta de estoque de marcas descoladas. Uma delas é a Mini Humanos, grife moderninha que veste o filho do João Gordo. Em estilo roqueiro, bodys, regatas e bermudas custam a partir de 28 reais.
Brechós infantis são opções de onde comprar roupa para criança
A francesa Ema Caillon inaugurou em Paris uma boutique com roupas vintage seminovas para crianças. Saiba onde encontrar aqui no Brasil artigos infantis de grife com preços baixos
Daniella Cornachione
Native Kindgom: brechó infantil em Paris vende roupas vintage
Como fazer das compras algo divertido mesmo em tempos de crise e falta de dinheiro? A francesa Ema Caillon, mãe de gêmeas, acredita ter encontrado a resposta: montou uma boutique infantil com roupas de segunda mão. “Aqui em Paris as mães têm uma certa preocupação com estilo e é frustrante para elas ter que comprar as roupas dos filhos em supermecados e lojas do tipo”, conta.
Outra boa razão para abrir o próprio negócio foi a preocupação de Ema com o meio ambiente. “Eu acredito em consumo inteligente e acho que reciclar é uma boa alternativa”, diz. Em Native Kingdom, os parisienses encontram peças infantis semi novas com estilo vintage. A boutique atrai a atenção de mães, pais e filhos. Os homens, diz Ema, se sentem mais confortáveis comprando lá do que em lojas tradicionais. E como as roupas são mais baratas, as crianças também conseguem fazer suas comprinhas com o dinheiro da mesada.
Na boutique, Ema vende roupas de vários lugares do mundo, produtos que compra dos clientes e o que suas filhas de 9 meses não usam mais. A seleção das peças é feita de acordo com o preço, o estado de conservação, e também o quanto são originais e divertidas.
Seja na França ou em qualquer outro lugar do mundo, a queixa das mães é sempre a mesma: os filhos crescem rápido e por isso perdem as roupas com pouco tempo de uso. Isso vale também para móveis, enxoval e até mesmo brinquedos, que são deixados de lado quando as crianças passam a se interessar por objetos diferentes.
Mas não ache que você vai precisar viajar para Paris para encontrar brechós. Em grandes cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, há vários deles com boas oportunidades para resolver o seu problema da melhor forma. “As crianças costumam ganhar tantos presentes (entre eles roupas) que muitas vezes nem dá tempo de usar”, diz Sheiny Chermont, sócia do brechó Bolota, que fica em São Paulo. Alguns brechós também costumam conseguir peças de ponta de estoque, por isso não é raro encontrar roupas de grife novinhas em suas prateleiras.
Preconceito
A dona do Bolota, Sheny Chermont, afirma que muitas mulheres ficam com um pé atrás na hora de fazer compras num brechó não só pela higiene, mas principalmente por preconceito. “Acredite se quiser, muita gente acha que a roupa pode ter ‘energia ruim’.”
Outro receio é quanto à imagem. Muitas mulheres têm medo do que as amigas vão pensar se as virem comprando roupas de segunda mão. “Comprar em brechó não é desmerecimento ou sinal de que está falida. Isso é mais que comum na Europa e nos Estados Unidos”, afirma Sheny.
Mas é sempre importante observar a higiene do lugar e questionar sobre a limpeza dos produtos. Os bons e grandes brechós não costumam aceitar mercadorias sujas, com manchas ou defeitos. “Antes de comercializá-las, nós as inspecionamos, pois muitas mães compram e usam sem lavar antes”, afirma Elizabeth Pinho, dona do brechó paulistano Repeteco.
Conheça alguns brechós infantis aqui no Brasil:
São Paulo
Bolota: Considerado um brechó-chique, oferece roupas de grife para os pequenos com preços mais baixos.
Rua Fradique Coutinho, 825 – Vila Madalena – São Paulo (SP)
(11) 3812 4310 http://www.bolota.com.br/
Data Inclusão: 14/07/2009 Autor: Beatrice Gonçalves
A era dos brechiques
Lojas de roupas usadas adaptam-se a novo perfil de consumo e investem em roupas de grife, sem perder o atrativo do preço baixo
Esqueça a ideia de encontrar só as roupas da vovó em brechós: as lojas se modernizaram e seguem as tendências da moda. As grandes marcas estão na vitrine dos brechós de grife e o catálogo das peças pode estar na internet. O que continua o mesmo é o preço baixo.
As proprietárias dos brechós explicam que a mudança é para melhor atender a uma demanda dos próprios clientes. “Eles estão cada vez mais exigentes e procuram peças diferentes daquelas encontradas em lojas de departamento”, afirma Zair Rosa, dona do brechó Misteriosa Ilha, de Florianópolis. Outra novidade é que as roupas vendidas em brechó estão cada vez mais novas. “As pessoas se habituaram a tirar a roupa do armário mais cedo e vir vender aqui”, diz. Entre as peças mais procuradas estão as de marca, produtos que estão associados à qualidade e à elegância.
O brechó Capricho à Toa, de São Paulo, se especializou em vender Kenzo, Diesel, Fórum e coleções de estilistas como André Lima e Reinaldo Lourenço. São mais de 30 mil peças a preços que variam de R$ 6 a R$ 149. O brechó tem 800 metros quadrados, são 20 salas com roupas e acessórios para homens e mulheres. No catálogo da loja há tanto roupas para o dia a dia quanto para festas e casamentos. A loja vende também móveis, aparelhos de som e televisão, quadros e peças de decoração. “Tudo o que entra aqui eu vendo em três ou quatro dias”, explica a proprietária Denise Carvalho.
As crianças também podem se vestir com estilo e estar na moda usando roupas de brechó. A loja Bolota, de São Paulo, trabalha há sete anos com o segmento infantil e oferece roupas de grife como Gap, Ralf Lauren, Kenzo e Diesel. É possível encontrar um body por R$ 4 e um casaco de inverno por R$ 160. Roupas são até 70% mais baratas do que aquelas encontradas em shoppings.
Sheiny Chermont, proprietária da Bolota, afirma que a loja não atrai somente clientes interessados em preço baixo, mas também quem se preocupa com o consumo consciente. “Não faz muito sentido você pagar R$ 200 em um vestido novo no shopping que você vai usar uma única vez, sendo que aqui você vai encontrar um em perfeito estado por bem menos”, explica Sheiny. Durante a visita à Bolota, os pais costumam trocar peças que não servem mais por outras, deixam algumas sob consignação e vendem outras para a loja. “Isso é gastar o dinheiro de forma consciente”, afirma a proprietária.
Sheiny é também frequentadora de brechós. “Até porque muitos pais que vêm aqui querem dicas.” O que falta nas lojas, segundo ela, é bom atendimento, até porque os clientes costumam passar de duas a três horas escolhendo as roupas.
A proprietária conta que se conseguisse implantar o catálogo on-line e disponibilizar a compra das peças pela internet aumentaria as vendas, mas a dificuldade em fazer isso está em cadastrar as 7 mil peças da loja. “Eu recebo todos os dias, em média, sete cadastros na internet de pessoas que não moram em São Paulo e querem comprar na Bolota.”
Brechós on-line
Loja Bolota, de São Paulo, trabalha há sete anos oferecendo roupas de grife ao segmento infantil
Os blogs popularizaram os brechós, e quem nunca tinha pensado em abrir um, vende agora peças pela internet. A bancária Nara Bittencourt, de Brasília, resolveu criar o blog Bonequinha de Luxo para vender algumas peças que não serviam mais. “Eram roupas e acessórios da minha mãe, irmãs e até da cunhada”, afirma. Como conseguiu vender as peças e garantiu uma renda extra, passou a atualizar a página toda semana.
Nara posta fotos das roupas e acessórios, dá dicas de como combinar a peça e coloca foto de atrizes e cantoras famosas que já utilizaram modelos parecidos. “Eu anunciei um vestido e ele foi vendido no mesmo dia”, comenta. Na página, a proprietária publica também uma lista de produtos que deseja adquirir ou mesmo trocar. Mas Nara conta que é difícil encontrar fornecedores para o brechó, porque quando alguém tem peças para vender acaba também montando o seu próprio blog. “O interessante é que a maior parte das pessoas que visitam e compram em brechós on-line é também dona de um”, afirma.
O blog faz parte de uma comunidade de brechós on-line e disponibiliza o link de outras lojas virtuais como o do Café Brechó, de Porto Alegre. A loja virtual, que está há um ano no ar, tem uma média de 10 mil visitas ao mês e vende cerca de oito peças por mês. “O blog é uma forma fácil de achar e otimizar o tempo para as pessoas que procuram algo específico, porque a pesquisa é fácil e pode ser feita pelas categorias ou pela caixa de pesquisa”, explica Carolina Balsini, proprietária do Café Brechó.
Para evitar que o consumidor seja enganado, um controle de qualidade é feito entre os brechós, e aqueles que não atendem às exigências deixam de ser indicados em outros blogs. O Café Brechó convida todos os clientes a escreverem depoimentos sobre a compra, falando do que acharam da aquisição e se realmente era o produto que esperavam. “Eu nunca tive problemas com nenhuma venda, mas se tivesse, ofereceria o espaço do próprio brechó para o cliente tentar revender sua peça”, explica Carolina.
Efeitos da crise
Mas é a crise mundial que, aos poucos, está mudando o dia-a-dia dos brechós e, quem sabe, a maneira de vestir do brasileiro. O brechó Capricho à Toa, por exemplo, registrou no primeiro trimestre um aumento de 30% nas vendas. “São pessoas que querem se vestir com roupas de qualidade, mas gastando menos”, explica a proprietária Denise Carvalho.
O aumento na procura por peças mais baratas também foi sentido no brechó Bolota, mas não houve um aumento significativo nas vendas e elas se mantêm estáveis. “Quando começou a crise eu vibrei porque pensei: ‘eu sou a saída, criança tem que se vestir’, mas não foi o que aconteceu”, explica Sheiny Chermont.
Houve um aumento no número de pessoas querendo vender peças para os dois brechós. “O que eu percebi desde novembro do ano passado é que meu telefone toca muito mais que antes. Com a crise, aumentou a procura de pessoas que querem vender para mim coisas para ter outra renda”, comenta Sheiny.
No Capricho à Toa ficou mais difícil encontrar um horário na agenda de Denise para tentar vender as peças. “A cada dia eu recebo uma média de 15 fornecedores e a minha agenda está lotada para os próximos dois meses”, diz a proprietária. Para se ter uma ideia, antes da crise, o fornecedor esperava no máximo 20 dias para agendar uma visita à loja. Bom para o consumidor, que encontra cada vez mais boas opções.
Dicas de compra
Neste inverno as peças da moda podem estar nos brechós. A dica da consultora Juliana Correa, da Persona na Moda, é passar algumas horas em um à procura de blazers, vestidos tubo, calças baggy, peças de um ombro só e leggings de couro. Quem procura peças clássicas também pode investir em cortes, cores ou estampas que marcaram época e que poderão ser utilizadas durante várias estações.
Na hora da compra é bom prestar atenção em alguns detalhes:
- Escolha peças diferentes.
- Pense no seu estilo.
- Preste atenção se não está faltando algum botão ou se a peça apresenta algum defeito.
- Se a roupa for muito antiga, veja se o tecido está em bom estado.
- Verifique se não há manchas ou partes rasgadas.
- Não compre nada sem provar antes, pois em geral as lojas não fazem trocas e nem aceitam devolução.
- Se você gostar de alguma peça, compre, porque dificilmente ela permanecerá lá por muito tempo.
Compras on-line
A compra on-line deve ser feita com alguns cuidados, porque a maior parte dos brechós não aceita devoluções. Os blogs trazem fotos dos produtos, marca, dimensões e há até os que dão sugestões de como utilizar a peça. Em alguns casos é possível efetuar a compra usando o cartão de crédito, em outros só com a transferência bancária. Assim que o pagamento é feito, o brechó envia o pedido.
Sei lá, nunca fui boa em administração. Depois que larguei a faculdade de Direito e me permiti 6 meses sem fazer nada a não ser pensar na vida (e ir pra academia), meu pai, meio que desesperado, me mandou pra uma orientação vocacional (de 2 meses, vide o desespero!). E lá eu descobri que tenho 1,8% de afinidade com a área administrativa – daí meu insucesso (!) com a legalidade jurídica…
Bom, tudo isso pra dizer que minha falta de destreza em administrar está se refletindo no uso que faço do meu tempo – tipo, tô bem perdida e não tô aproveitando da maneira mais eficiente as 24 horas que o dia e a burocracia me reservam para tornar minha vida mais produtiva. E, claro, toda essa perdição (!!) se reflete neste humilde blog, às vezes abandonado à própria sorte.
Pra vocês terem uma idéia ainda tenho esperança de fazer um post sobre o carnaval (!!!!!!!!!!!!!); ainda tenho Roberta Sá e Bruna Caram engatilhadas como posts, além delas estarem pendentes, também em posts, pro Oficina…
Vixe… é tanta coisa atrasada que resolvi me desculpar com vocês, leitores queridos, oferecendo-lhes um serviço de (super) utilidade pública – segue aí uma lista dos brechós mais bacanas desta capital paulista.
Pra depois ninguém reclamar que não compra roupa de 5 conto porque não sabe aonde encontrar…
B. Luxo
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira: 11h às 20h; sábado, 11h às 18h
Rua Augusta, 2633 – Loja 16 – Jardins
São Paulo/SP
(11) 3062-6479
Benedito Brechó
Depois de manter durante oito anos uma barraca na feira da praça Benedito Calixto, a produtora Claudia Dib montou loja própria. Não há roupas recentes ou de grife: por lá, desfilam peças dos anos 20 até os anos 80. Os preços são bem em conta. Os horários da loja variam: é melhor ligar antes.
Major Maragliano, 387 – Vila Mariana
São Paulo/SP
(11) 3487-0497
Bolota
É um brechó e ponta de estoque especializados em roupas de bebê e crianças até quatro anos. Revende apenas peças de grifes nacionais e importadas. Horário de funcionamento: das 10h às 19h (de segunda a sexta-feira) e das 10h às 16h (sábados) * Será doado R$ 1,00 de cada peça vendida para a entidade Lar das Crianças Site: www.bolota.com.br